O sorvete de iogurte, conhecido também por frozen yogurt ganhou adeptos principalmente para quem está interessada em seguir a dieta e não dispensa um gostinho doce no cardápio. O Frozen que conta também com alguns acompanhamentos ou “top’s”, tem sido um sucesso ainda mais nos dias quentes do ano. E essa delícia pode sim fazer parte da sua dieta, mas com algumas observações.
O Frozen Yogurt é uma sobremesa tipo sorvete preparada a base de leite fermentado. Segundo a ANVISA ele é considerado um gelado comestível, assim como os picolés, por exemplo. Mas a receita é secreta o que dificulta a conclusão real das informações nutricionais deste produto, assim como qual a quantidade de iogurte utilizada na preparação.
A associação ProTeste avaliou oito marcas de frozen yogurt vendidas em São Paulo e constatou que apenas uma delas possui bactérias lácticas o suficiente para ser caracterizada como iogurte. Das outras sete, uma era apenas um sorvete, não apresentava iogurte, enquanto as outras seis eram sorvetes a base de leite coalhado.
Frozen Yogurt x Sorvete
O que diferencia o Frozen Yogurt do sorvete comum é que ele possui como o seu principal ingrediente o leite desnatado, enquanto o sorvete comum é fabricado com leite integral. Com isso, ele é livre de gorduras e possui metade de calorias do sorvete tradicional. Assim tem sido muito considerado pelas pessoas que buscam boa forma e uma dieta mais saudável.
Observe: Uma porção de 100 gramas dele tem em média só 80 calorias, contra 208 calorias de um sorvete comum de creme.
Quando comparamos calorias e quantidade de gorduras com o sorvete ficamos com o frozen já que algumas opções tem quase metade das calorias de um sorvete de creme e dependendo da forma como é preparado, a quantidade de gorduras é zero e quando tem gorduras possui cerca de 70% menos que o sorvete. Quando comparamos a quantidade de sódio também escolhemos o frozen já que o sorvete tem mais que o dobro desse nutriente.
Acompanhamentos:
Muito cuidado na escolha dos acompanhamentos para não transformar a sobremesa light em uma bomba calórica, pois se você já escolheu o iogurte por se tratar de uma opção mais saudável, então siga a mesma linha e opte por acompanhamentos leves. Escolher as frutas e deixar as coberturas doces e açucaradas de lado é a melhor alternativa. Assim, você evita a ingestão de mais calorias, gorduras e de açúcar refinado.
As sorveterias especializadas oferecem coberturas, confeitos, marshmallow, caldas, jujubas entre outras que podem ser altamente calóricas. Tente consumir mais frutas, que sempre são saudáveis e uma boa opção para acompanhamento. Dependendo da cobertura que você escolher, sua sobremesa refrescante light passa de 88 calorias para mais de 200. Cuidado com as caldas e complementos para o frozen não ficar mais calórico do que um sorvete tradicional.
Fique atenta ainda a porção que vai comprar. O cálculo das informações nutricionais é feito baseado em 100g de produto e a menor porção vendida contém 120g.
Por fim não podemos afirmar que todas as marcas de Frozen Yogurte possuem realmente iogurte em sua composição, mas é certo que essa sobremesa gelada possui menos calorias que um sorvete. Não exagere no tamanho do seu frozen e para acompanhar essa delícia dê preferência às frutas frescas.
Bom apetite!
Um espaço para informações, receitas e curiosidades sobre Café e outras cositas mas !! Sejam Bem Vindos !!!
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Você conhece os graus de torra do café?
É no momento da torra que os grãos de café se afloram. É durante este processo que eles podem mostrar todo seu potencial. Quando submetidos ao calor, ele se transforma desenvolvendo aromas, perfumes e apresenta seus sabores característicos.
Dentre as diversas modificações, podemos listar:
Cor dos grãos: de verde para marrom;
Peso: perda entre 12% para 1%
Volume dos grãos: aumento de 40 a 50%
Umidade: Diminui de 13 para 1%
Aroma: Mais de 1000 diferentes moléculas são produzidas
Fica claro, portanto, que uma torra bem feita é primordial para que se obtenha o melhor de cada grão ou blend. Na terminologia de provadores de café não existe uma padronização definida dos diferentes graus de torra. “Light”, “Medium”e “Dark” são os termos mais utilizados por nós. Na verdade, os cafés são raramente torrados “light” e existe muitas percepções diferentes das torras “medium”e “dark”. Deve-se saber também que o ‘Tukish Coffee” Café Turco não é feito com torra dark (escura).
A combinação de várias opiniões resulta nas seguintes possibilidades:
Light – utilizada somente para cafés extremamente finos, delicados e de altíssima qualidade. O café torrado nesta maneira tem alta acidez e baixo corpo. Este tipo de torra também é conhecida como: “New England” ou “Half-city”.
Curiosidade: A versão Americana desta torra é chamada “Cinnamon” – nome dado devido à cor da casca do Cinnamon (canela).
Medium – conhecida também como marrom ou regular, ela apresenta diferentes tonalidades sem o surgimento de óleos nos grãos. Pode ser considerada “Torra Americana” ou “city” quando for um pouquinho mais torrada que o grau “medium”.
Viennese – torra salpicada com pontos castanhos escuros e apresenta um pouquinho de óleo na superfície do grão. Também é conhecida como “light French”ou “Full-city”.
Dark – pode receber outros nomes tais como Espanha, Cuba; Marrom profundo ou “French-roasted. Como o próprio termo diz, trata-se de um torra mais escura com um pouco de óleo na superfície.
Continental – apresenta uma cor de chocolate amargo e recebe vários outros termos: “Double-rosted”; “High”; Versão Americana: “French-roast”, “New Orleans roast”, “European”. Também é descrita como: Very dark, Dark French, Heavy e Italiana.
Italiana - apesar de apresentar uma cor bem escura, ela não chega a ser preta e contém bastante óleo. Ás vezes pode ser chamada de “Espresso Roasts”.
Mesmo com um documento ou acordo sobre os termos de que falo acima, não existe um consenso geral, que agrade todos os especialistas, amantes ou estudiosos do assunto!
Dentre as diversas modificações, podemos listar:
Cor dos grãos: de verde para marrom;
Peso: perda entre 12% para 1%
Volume dos grãos: aumento de 40 a 50%
Umidade: Diminui de 13 para 1%
Aroma: Mais de 1000 diferentes moléculas são produzidas
Fica claro, portanto, que uma torra bem feita é primordial para que se obtenha o melhor de cada grão ou blend. Na terminologia de provadores de café não existe uma padronização definida dos diferentes graus de torra. “Light”, “Medium”e “Dark” são os termos mais utilizados por nós. Na verdade, os cafés são raramente torrados “light” e existe muitas percepções diferentes das torras “medium”e “dark”. Deve-se saber também que o ‘Tukish Coffee” Café Turco não é feito com torra dark (escura).
A combinação de várias opiniões resulta nas seguintes possibilidades:
Light – utilizada somente para cafés extremamente finos, delicados e de altíssima qualidade. O café torrado nesta maneira tem alta acidez e baixo corpo. Este tipo de torra também é conhecida como: “New England” ou “Half-city”.
Curiosidade: A versão Americana desta torra é chamada “Cinnamon” – nome dado devido à cor da casca do Cinnamon (canela).
Medium – conhecida também como marrom ou regular, ela apresenta diferentes tonalidades sem o surgimento de óleos nos grãos. Pode ser considerada “Torra Americana” ou “city” quando for um pouquinho mais torrada que o grau “medium”.
Viennese – torra salpicada com pontos castanhos escuros e apresenta um pouquinho de óleo na superfície do grão. Também é conhecida como “light French”ou “Full-city”.
Dark – pode receber outros nomes tais como Espanha, Cuba; Marrom profundo ou “French-roasted. Como o próprio termo diz, trata-se de um torra mais escura com um pouco de óleo na superfície.
Continental – apresenta uma cor de chocolate amargo e recebe vários outros termos: “Double-rosted”; “High”; Versão Americana: “French-roast”, “New Orleans roast”, “European”. Também é descrita como: Very dark, Dark French, Heavy e Italiana.
Italiana - apesar de apresentar uma cor bem escura, ela não chega a ser preta e contém bastante óleo. Ás vezes pode ser chamada de “Espresso Roasts”.
Mesmo com um documento ou acordo sobre os termos de que falo acima, não existe um consenso geral, que agrade todos os especialistas, amantes ou estudiosos do assunto!
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
O brilho do café brasileiro no exterior.
As torrefadoras internacionais têm reconhecido a qualidade do café brasileiro. Ano passado veio a informação de uma volumosa compra de café brasileiro pela Starbucks. Nespress e Illy também compram café brasileiro, assim como outras empresas.
A questão é que muitas estão utilizando a origem Brasil como atrativo, como recurso de marketing. Já existem comerciais que exaltam as qualidades do café brasileiro, mostram lavouras daqui, fazem referências à nossa cultura.
Nesse vídeo de um comercial de café em Israel o café brasileiro é protagonista e mesmo que falado em hebraico conseguimos compreender a mensagem. O passageiro está dentro do Avião, e a aeromoça lhe pergunta se aceita Café. O homem responde que sim, mas não um simples café. E saltando de pára-quedas, continuou a dizer que queria um café diferenciado, com personalidade, aroma. Queria café Brasileiro, e aterrissa em Salvador.
Vale a pena conferir esse comercial e lembrar que nosso país possui enorme potencial para produção de café finos e cada vez mais esse potencial tem sido explorado.
A Mister Blend oferece o melhor café do Brasil 100% Arábica proveniente das regiões Mogiana e Sul de Minas para as melhores xícaras deste planeta !! Entre em contato conosco e faça seu pedido !! 19-3826-1581
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
O Café mais caro do Brasil !!
Voces se lembram daquele café mais caro do mundo, o Kopi Luwak, que é extraído das fezes do Luwak, um pequeno felino que vive na Indonésia e nas Filipinas, o quilo desse café chega a custar mil dólares no mercado internacional. Uma xícara chega a custar 50 libras na Inglaterra. O sabor é comparado com uma mistura de chocolate com suco de uva (não faço idéia do que isso represente), considerado menos ácido que os cafés comuns.
Temos aqui no Brasil um pássaro chamado Jacu, que são aves de grande porte, chegando a pesar 3 kg e medir 85 cm de comprimento, essas aves alimentam-se de folhas e frutos, porém os Jacus começaram a atacar a lavoura de café da Fazenda Camocim, localizada no Espírito Santo, seu proprietário, Henrique Sloper, já havia entrado com pedido de autorização para acabar com os Jacus que estavam estragando sua lavoura, porém como a burocracia no Brasil é grande, o processo demorou, nesse meio tempo Henrique tomou conhecimento do Luwak, que citamos acima, e resolveu fazer a mesma experiência com o Jacu
O feito correu o Brasil, sendo destaque em vários jornais e revistas e logo o café da Fazenda Camocim tornou-se o mais caro do país, tendo seu quilo vendido por cerca de R$ 360,00.
O café foi batizado de Jacu Bird Coffee e está sendo exportado, algumas cafeterias no Brasil tem disponível para servir aos seus clientes, a única que eu consegui comprovar que possui o café no seu menu é o Café Sorelle no Rio de Janeiro.
Curiosidades do mundo do Café você pagaria o preço para degustar essa iguaria !!!!
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Adoçar ou não adoçar seu espresso ?
Outro dia, um simpático internauta me perguntou se o correto é tomar café sem açúcar.
A questão é polêmica e envolve muitas variáveis. Entre muitos especialistas, há uma certa ditadura sobre o tema. Dizem que não se deve tomar café com açúcar para não alterar o sabor da bebida e ponto. Alguns consideram quase uma heresia.
Há até algum sentido nisso, quando se fala de cafés especiais. Esses cafés, de qualidade superior, são naturalmente doces. Na boca, causam uma sensação gostosa, de maciez, e apresentam aromas como o de chocolate, caramelo, frutas, castanhas. Diferente dos cafés tradicionais, os cafés especiais não são amargos, não deixam como herança aquele gosto de remédio. Então, se a bebida que está na xícara já é doce, por que adoçá-la?
Neste caso, o açúcar realmente vai mascarar as características mais interessantes da bebida.
Quando, no entanto, estamos falando de um café tradicional, a história muda de figura. Os cafés tradicionais, aqueles dos pacotinhos que achamos às pencas nos supermercados de todo o país, geralmente apresentam uma torra muito forte, o que acentua ainda mais seu amargor. Sem contar o amargor intrínseco de um café feito com grãos de má qualidade, com defeitos (grãos verdes, ardidos, brocados, mofados...). Ninguem consegue tomar um café assim sem açúcar.
Sem contar que, no final das contas, tudo se resume a uma questão de gosto. O cafezinho é uma bebida que deve proporcionar um momento de prazer. Se uma pessoa não tem um paladar que perceba com facilidade a doçura, não gostará de um café sem açúcar, mesmo sendo o especial. Neste caso, deve adoçá-lo e não ficar sofrendo apenas para seguir uma regra imposta por “café-chatos”.
Uma dica importante é sempre tomar um golinho do café sem colocar açúcar. Assim, pode-se perceber se a doçura da bebida será suficiente ou não, sem afetar suas características iniciais. Se for insuficiente, coloque açúcar e curta sua xícara de cafezinho. Se for suficiente, melhor. Assim, você evitará consumir açúcar e tomará um café purinho, descobrindo todos os seus segredos e nuances.
O ideal é você escolher o seu caminho.!!!
O Café Gourmet Mister Blend é de qualidade superior e naturalmente doce !
sexta-feira, 8 de julho de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Tarte de Café e Baunilha
A semana começa com uma receita francesa, Tarte de Café e Baunilha uma combinação deliciosa e harmoniosa, sirva com uma xicará de café Mister Blend , aprecie sem moderação !!
INGREDIENTES:
- 2 ovos
- 200 g de açúcar
- 100 g de manteiga derretida
- 300 ml de café forte
- 200 g de farinha para bolos com fermento
- 1 colher de café de concentrado de baunilha
Misture os ovos com o açúcar até obter um preparado esbranquiçado e fofo. Incorpore a manteiga derretida, o café frio e a farinha aos poucos. Junte a baunilha e bata energicamente durante alguns minutos. Transfira a massa para uma assadeira untada com manteiga e polvilhada com farinha. Leve a cozer no forno por 40 minutos, a 180ºC.
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